Karajá (Iny) selecionado.
Ritxòkò · abrir fichaRio Araguaia — TO, GO, MT e PA
Karajá (Iny)
Karajá (Iny) tem como referência o rio Araguaia e a Ilha do Bananal, em GO, MT, PA e TO. Iny significa “nós”. A família Karajá integra o tronco Macro-Jê. População registrada: 4.373 pessoas (Siasi/Sesai, 2020; ISA/PIB).
Fonte: ISA/PIB — Karajá (Iny)
- Referência territorial
- Região do rio Araguaia.
- Relação da peça
- Boneca cerâmica Ritxòkò / ritxòò relacionada ao povo Iny (Karajá).
Alto Xingu — Mato Grosso · duas peças
Wauja
O povo Wauja vive na região da lagoa Piyulaga, ligada ao rio Batovi, no sudoeste do Parque Indígena do Xingu, Mato Grosso. Sua língua pertence à família Arawak. População registrada: 672 pessoas (Siasi/Sesai, 2020; ISA/PIB).
Fonte: ISA/PIB — Wauja
- Referência territorial
- Alto Xingu, Mato Grosso.
- Relação das peças
- Um artefato sonoro de madeira e um recipiente cerâmico raso.
Cesto Mehinako · abrir fichaAlto Xingu — Mato Grosso
Mehinako
Os Mehinako falam uma língua da família Aruak e vivem no Alto Xingu. O verbete do ISA descreve a aldeia Uyapiyuku e suas relações com Gaúcha do Norte (MT). População registrada: 341 pessoas (Siasi/Sesai, 2020; ISA/PIB).
Fonte: ISA/PIB — Mehinako
- Referência territorial
- Alto Xingu, no Território Indígena do Xingu, Mato Grosso.
- Relação da peça
- Cesto oval em fibra de buriti trançada relacionado ao povo Mehinako.
Maranhão · duas peças
Kanela
Kanela reúne os grupos timbira Ramkokamekrá e Apanyekrá, falantes de línguas da família Jê, no Maranhão. As referências territoriais são as Terras Indígenas Kanela e Porquinhos. A identificação disponível não permite atribuir um subgrupo ao cesto nem à bolsa do acervo. Para os Ramkokamekrá, o registro citado é de 2.175 pessoas (Siasi/Sesai, 2012; ISA/PIB).
Fonte: ISA/PIB — Canela Apanyekrá
- Referência territorial
- Terras Indígenas Kanela e Porquinhos, no Maranhão.
- Relação das peças
- Um cesto e uma bolsa produzidos com fibras de buriti.
Maracá · abrir fichaMédio Xingu — Pará
Awaeté (Asurini do Xingu)
Awaeté, “gente de verdade”, é a autodenominação dos Asurini do Xingu. Sua língua pertence à família Tupi-Guarani. Vivem na Terra Indígena Koatinemo, no Pará, homologada em 1986. População registrada: 219 pessoas (Siasi/Sesai, 2020; ISA/PIB).
Fonte: ISA/PIB — Asurini do Xingu
- Referência territorial
- Médio Xingu, Pará.
- Relação da peça
- Um maracá de corpo ovalado e cabo alongado.
Cesto Yanomami · abrir fichaAmazonas e Roraima
Yanomami
A Terra Indígena Yanomami abrange cerca de 9,6 milhões de hectares no Amazonas e em Roraima. A Hutukara Associação Yanomami é uma organização representativa desse povo. População registrada no Brasil: 30.390 pessoas (DSEI Yanomami, 2023; ISA/PIB).
Fonte: ISA/PIB — Yanomami
- Referência territorial
- Amazonas e Roraima.
- Relação da peça
- Cesto em cipó-titica relacionado ao povo Yanomami, com origem informada no Amazonas.
Arco e Flecha · abrir fichaPorto Real do Colégio — Alagoas
Kariri-Xocó
Os Kariri-Xocó vivem em Porto Real do Colégio (AL), no baixo São Francisco. O nome reúne os Kariri e os Xocó, povos cuja história de encontro compõe a comunidade. População registrada: 2.334 pessoas (Siasi/Sesai, 2020; ISA/PIB).
Fonte: ISA/PIB — Kariri-Xokó
- Referência territorial
- Baixo rio São Francisco, Alagoas.
- Relação da peça
- Conjunto de arco, flechas e aljava do acervo.